Já há certo consenso de que o mais recomendado é mesclar os dois, de acordo com as etapas de aprendizagem e a resposta de cada aluno ao que é ensinado

O Ministério da Educação (MEC) informou ontem que manterá o método fônico no decreto que cria o Plano Nacional de Alfabetização (PNA). No entanto, negou que essa abordagem será a única a ser sugerida às redes públicas de ensino que aderirem ao programa. A minuta do decreto, vazada à imprensa há cerca um mês, previa que apenas o método fônico (que relaciona sons a letras para depois partir para a leitura) seria priorizado na nova política.

No Brasil, porém, predomina o método construtivista, que já usa textos e livros desde o início, o que gerou críticas ao governo federal por parte dos especialistas e estudiosos no assunto. A discussão entre qual abordagem é melhor não é exclusividade do Brasil e também ocorreu em outros países. Já há certo consenso, no entanto, de que o mais recomendado é mesclar os dois, de acordo com as etapas de aprendizagem e a resposta de cada aluno ao que é ensinado.

Leia na íntegra: Valor Econômico 12/04/2019

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