As soturnas ruas dos meus sonhos. Cheias de ausências. Pessoas que estavam lá e foram embora. Só há casas de comércio, com portas altas e fechadas. Lojas escuras por trás delas. Nada de jardins. Ensaio dizer alguma coisa. Poderia ser “E agora, José?” Mas não tem toda essa sofisticação. Digo frases prosaicas : Onde estão vocês? Cadê o céu azul ? Onde fica a nossa casa ?