A Brasília que não lê

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Prezado Machado de Assis,

 

Venho por meio desta informar-lhe sobre o Brasil, um século passado do seu. Na era moderna, a escravidão, como já foi conhecida está abolida, porém, o racismo ainda está muito presente. Dizer que está muito presente, chega até a ser um eufemismo, uma vez que pessoas não caucasianas sofrem preconceito diariamente.

Assim sendo, números discrepantes no âmbito econômico envolvendo etnias são muito frequentes. De acordo com um estudo realizado pelo IBGE (instituto de pesquisa governamental), somente 17% da população rica no Brasil é negra. Enquanto na população mais pobre esse número é 75%. 

Contudo, a sociedade teve suas melhoras, com muitos movimentos contra essas concepções arbitrárias. Em 1948 Nelson Mandela, símbolo da luta contra a discriminação de raças, liderou uma revolução na África do Sul, chamada Apartaid, que marcou a luta por igualdade racial. 

No Brasil, em 3 de julho de 1951, o racismo tornou-se crime constando na lei 1.390 de Afonso Arinos. No artigo 1 está escrito “Constitui contravenção penal, punida nos têrmos desta Lei, a recusa, por parte de estabelecimento comercial ou de ensino de qualquer natureza, de hospedar, servir, atender ou receber cliente, comprador ou aluno, por preconceito de raça ou de côr.”. Outras leis como essa foram impostas, na lei 7.716 de 5 de janeiro de 1989 no artigo 1 está escrito “Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.”

Um grande exemplo desses movimentos é o senhor, escritor negro que trilhou o caminho para inúmeros outros. Atualmente, temos grande autores negros que defendem a causa, como a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. Outra autora que, pessoalmente tenho grande admiração, é Maria Freitas, autora brasileira que escreveu o livro vencedor chamado “Cartas para Luísa”.

Porém, mesmo assim, acredito que o senhor ficaria decepcionado com o estado do Brasil.  O mundo está em uma pandemia global e as pessoas não respeitam o distanciamento. Aqui no país mais de 600 mil pessoas morreram. Juntamente, 57% da população está em insegurança alimentar.

Espero que o senhor continue marcando gerações,

 

Carol Bortoni

 novembro de 2021

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Nasci no remoto ano de 1945, em São Lourenço, encantadora estação de águas no sul de Minas, aonde Manuel Bandeira e outros doentes iam veranear em busca dos bons ares e águas minerais, que lhes pudessem restituir a saúde.

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